(Dominique Méda, publicação da OIT, 2016, Tradução Júlio Marques Mota)
No início do século XIX, muitos textos ecoavam a mesma transformação: o trabalho já não era considerado apenas como dificuldade, esforço, sacrifício, como uma despesa, como uma “desutilidade”, mas também como uma “liberdade criativa”, através da qual o homem pode transformar o mundo, torná-lo gerivel, habitável, imprimindo nele a sua marca.
