Em 1999, uma criança nasceu, de parto prematuro e com deformidades congénitas: o Euro 20 anos depois – alguns textos sobre a sua atribulada existência. Texto nº 16. A construção europeia: o caminho mais fácil era também uma via sem saída

(Jean-Claude Werrebrouck., 09/01/2019)

A Europa não passa agora de um modelo de direitos humanos e de direitos  cada vez mais aberto a todas as particularidades, cada vez menos e menos definíveis, cada vez menos baseados em valores. Isto faz do mundo europeu um mundo sem forças e sem voz fora da voz do indivíduo como sujeito de desejos, ajudado pelas burocracias judiciais. É este movimento que arruína qualquer desejo de acção colectiva e, por conseguinte, de cooperação para um objectivo que já não é definível.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE II

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Durante anos, sempre que falámos sobre a economia europeia, um país esteve sempre no centro da discussão: a Alemanha. Sim, o Reino Unido e a França são grandes, mas a Alemanha é gigante. Se a Alemanha espirra, o resto do continente apanha frio. E a Alemanha  está a espirrar muito neste momento.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos.14. Para aqui está a chegar algo de muito mau – PARTE I

(John Mauldin, 15 de Janeiro de 2019)

Os americanos gostam de pensar que estamos isolados do mundo. Temos grandes oceanos de ambos os lados. Geopoliticamente, eles servem como amortecedores. Mas, economicamente, eles ligam-nos a outros mercados importantes que são fundamentais para muitas empresas americanas. Os problemas nesses mercados são também, em última análise, problemas para os EUA.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 13. Porque é que a economia mundial aparece tão frágil

(Martin Wolf, 17 de Janeiro de 2019)

A questão com que nos devemos preocupar não é o estado do ciclo de curto prazo. É perfeitamente provável que venha a haver um abrandamento modesto e controlável, sem que daí resulte nada de muito danificado. A preocupação deve antes prender-se com o contexto em que tal abrandamento poderá ocorrer. É a instabilidade política e  das políticas, combinadas  com o esgotamento das opções seguras para a expansão do crédito, que tornariam  potencialmente tão difícil lidar com a gestão duma desaceleração a curto prazo, mesmo que limitada e natural.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 12. O Fantasma do Futuro Natal – Um mundo assustador nos espera, a menos que mudemos os nossos hábitos.

(Chris Martenson, 28 de Dezembro de 2018)

Mas, para além das nossas carteiras de títulos, os desequilíbrios que enfrentamos são extraordinários e estão espalhados por todo o mundo – económica, política, ecológica e demograficamente – e simplesmente não existem recursos suficientes para voltar ao ritmo fiável e rápido do crescimento económico registado no século XX.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 11. Isto vai ser bem pior do que poderemos pensar

(Michael Snyder, Janeiro de 2019)

Estamos a chegar rapidamente ao ponto em que a América será ingovernável.  Não importa quem esteja no poder, haverá raiva, conflito, discórdia e ressentimento.  Dezenas de milhões de americanos odiavam Barack Obama e não o consideravam o seu presidente, e agora dezenas de milhões de americanos odeiam Donald Trump e não o consideram  o seu presidente.  As nossas instituições políticas estão a desfazer-se   e a fé no sistema está num mínimo histórico.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 10. O problema das interdependências dos mercados globais – Parte II

(Por Doug Nolan, in Credit Bubble Bulletin, 7 Janeiro 2019)

Que a desaceleração económica da China esteja a ocorrer em face de uma bolha histórica no imobiliário complica significativamente a formulação de políticas. Pequim certamente preferiria esvaziar cautelosamente essa bolha colossal. Mas, neste ponto, a aplicação de medidas agressivas para estimular a economia da China prolongariam ainda mais a precária “Fase Terminal” do excesso de hipotecas e de casas de habitação.

Sobre o que foi o ano de 2018, sobre os perigos que nos ameaçam em 2019 – uma pequena série de textos. 10. O problema das interdependências dos mercados globais – Parte I

(Por Doug Nolan, in Credit Bubble Bulletin, 7 Janeiro 2019)

Suspeito que o mercado “global” de derivados ” seja hoje muito mais global do que o mercado dominado pelos EUA ao entrar na crise de 2008. Isso implica dezenas de novos atores, certamente incluindo instituições chinesas e asiáticas. Isto sugere diferentes tipos de estratégias, complexidades, contrapartes e riscos em geral. Isso certamente levanta a questão da supervisão regulatória, juntamente com potenciais desafios políticos no caso de um deslocamento do mercado globalizado.