Posts Tagged: política de austeridade

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 9º Texto: A evolução da proteção dada pelos rendimentos mínimos garantidos (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2019)

Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte C)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte B)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

O envelhecimento não é o principal fator determinante das mudanças estruturais nas despesas de saúde: a proporção de idosos na população e o aumento da esperança de vida desempenham um pequeno papel.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 8º Texto: Os efeitos das políticas de austeridade nas despesas e serviços de saúde pública na Europa (Parte A)

(Antoine MATH, Janeiro de 2018)

Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.

REFLEXÕES SOBRE PORTUGAL A PARTIR DO CASO DA MINHA NETA – por JÚLIO MARQUES MOTA

  Coimbra, 13 de Junho de 2018   Fico com a impressão que vivo num país que não funciona, em que se anda a fingir que tudo funciona bem, e no melhor dos mundos, como nos ensina Voltaire, arrastando-se nesta

Ainda as longas filas de espera no Hospital Pediátrico de Coimbra: a política de austeridade, a incapacidade das Administrações Hospitalares, o desrespeito dos cidadãos, a fragmentação social, a descrença na democracia? Por Júlio Marques Mota

A propósito de uma exposição enviada ao Primeiro-ministro, ao ministro da Saúde, ao Hospital Pediátrico de Coimbra, e de um texto de reflexão sobre o 25 de Abril de outrora e o 25 de Abril de agora, a propósito da

A CRISE DA FINANÇA – O CASO ITALIANO – 6. COMO É QUE A ITÁLIA FOI VENDIDA, por ANTONELLA RANDAZZO

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota. Revisão de Francisco Tavares. Como é que a Itália foi vendida   Antonella Randazzo, Come è stata svenduta l’Italia em  www.disinformazione.it – 12 de março de 2007 Autora do livro: “DITTATURE: LA STORIA OCCULTA“ Estávamos

A CRISE DA FINANÇA – O CASO ITALIANO – 4. SOBRE A NOÇÃO DE PECADO ECONÓMICO: A TESE DA ALEMANHA – por JÚLIO MARQUES MOTA

  Sobre a noção de pecado económico: a tese da Alemanha (excerto de um texto por nós publicado em A Viagem dos Argonautas com o  titulo Ventos e tempestades – em 17 de Abril de 2012.) Com a Grécia submetida,

NO CORAÇÃO DAS TREVAS, AS GRANDES INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS, E NÓS À PROCURA DA LUZ AO FUNDO DO TÚNEL COMO SAÍDA PARA A CRISE? IMPOSSÍVEL – 1. PARA ONDE É QUE FOI O DINHEIRO? – por YIANNIS MOUZAKIS

Uma série sobre o caminho da agonia do capitalismo Selecção e tradução de Júlio Marques Mota. Revisão de Maria Cardigos. Para onde é que foi o dinheiro? Yiannis Mouzakis, Where did all the money go? Macropolis – Greece in Perspective, 5

NO CORAÇÃO DAS TREVAS, AS GRANDES INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS, E NÓS À PROCURA DA LUZ AO FUNDO DO TÚNEL COMO SAÍDA PARA A CRISE? IMPOSSÍVEL – A introdução de JÚLIO MARQUES MOTA, com dedicatória a JOÃO CRAVINHO

Uma série sobre o caminho da agonia do capitalismo Dedico o trabalho deste série a um amigo de longa data, João Cravinho. E se a amizade passa por um certo reconhecimento diremos que se trata de uma amizade que vem

NO CORAÇÃO DAS TREVAS, AS GRANDES INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS, E NÓS À PROCURA DA LUZ AO FUNDO DO TÚNEL COMO SAÍDA PARA A CRISE? IMPOSSÍVEL – 1. PARA ONDE É QUE FOI O DINHEIRO? – por YIANNIS MOUZAKIS

Uma série sobre o caminho da agonia do capitalismo Selecção e tradução de Júlio Marques Mota. Revisão de Maria Cardigos. Para onde é que foi o dinheiro? Yiannis Mouzakis, Where did all the money go? Macropolis – Greece in Perspective, 5

ISLÂNDIA, PORTUGAL: SECESSÃO SEM GUERRA. DOIS PAÍSES APLICAM o MÉTODO BARTLEBY FACE À UNIÃO EUROPEIA – por JÉRÔME LEROY

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota Islândia, Portugal: secessão sem guerra Dois países aplicam o método Bartleby face à l’UE Jérôme Leroy–Escritor e redactor- chefe da revista Causeur, Islande, Portugal: sécessions sans guerre. Deux pays appliquent la méthode Bartleby face à

GRÉCIA – 20 DE FEVEREIRO – PARLAMENTO APROVA PACOTE DE LEGISLAÇÃO SOBRE COBERTURA DE SAÚDE E PROTECÇÃO SOCIAL

Sábado, 20 de Fevereiro, o parlamento grego aprovou legislação destinada a compensar os efeitos da austeridade que no que respeita à saúde poderá ser extensível aos refugiados. Votaram a favor o Syriza e os Gregos Independentes, abstiveram-se o PASOK, KKE e

O GOVERNO ITALIANO EM RISCOS DE CAIR NA SUA PRÓPRIA ARMADILHA – por BILL MITCHELL – III

Selecção, introdução e tradução de Júlio Marques Mota O governo italiano em riscos de cair na sua própria armadilha Bill Mitchell, Italian government is walking into the trap of its own making Billy Blog, 5 de Novembro de 2015 (CONCLUSÃO) …