Eugénio Rosa – edr2@netcabo.pt – 18-4-2021
CARGA FISCAL SOBRE OS RENDIMENTOS DO TRABALHO E PENSÕES NÃO DIMINUIU, por EUGÉNIO ROSA
Eugénio Rosa – edr2@netcabo.pt – 18-4-2021
A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Eugénio Rosa – edr2@netcabo.pt – 18-4-2021
06 de novembro de 2020 Olá, Em 2016 o inimaginável aconteceu nos Estados Unidos, a vitória de … More
(Antoine MATH, Janeiro de 2019)
Como todos os sistemas de proteção social, os RMG são da competência exclusiva dos Estados nos termos da lei e, por conseguinte, das opções nacionais, o que explica, em especial, porque razão, tal como outros sistemas de proteção social, estes sistemas são muito diferentes de um país para outro. Os tratados europeus previam competências para a UE em matéria social, mas em questões que nunca tiveram qualquer efeito real na configuração dos RMG.
(Antoine MATH, Janeiro de 2019)
Este artigo apresenta uma leitura transversal desta edição especial sobre a evolução do rendimento mínimo garantido (RMG) desde a grande recessão de 2008-2009, em particular do nível de proteção proporcionado por estes dispositivos. Os RMG estão a tornar-se cada vez mais importantes, apesar do declínio do desemprego nos últimos anos, em parte devido ao aumento da pobreza no trabalho e às reformas que afetaram a capacidade de outros sistemas de proteção social proporcionarem rendimentos de substituição.
(Antoine MATH, Janeiro de 2018)
Entre 2009 e 2015, as despesas de saúde pública per capita diminuíram em termos reais na Grécia (-37,7%), Portugal (-16,2%), Espanha (-8,0%), Itália (-7,4%), Irlanda (-6,9%), e diminuíram 0,2% nos Países Baixos, uma queda acentuada em relação ao período anterior de forte crescimento (ver abaixo). Também diminuíram durante o período 2009-2012 na Islândia, na Dinamarca e no Reino Unido. Nos outros países onde não diminuíram, a rutura pode também ter sido forte, muitas vezes com taxas de crescimento reduzidas para níveis nunca antes conhecidos.
(Antoine MATH, Janeiro de 2018)
O envelhecimento não é o principal fator determinante das mudanças estruturais nas despesas de saúde: a proporção de idosos na população e o aumento da esperança de vida desempenham um pequeno papel.
(Antoine MATH, Janeiro de 2018)
Este artigo analisa a evolução das políticas e despesas de saúde desde a Grande Recessão (2008-2009) nos países europeus. Em primeiro lugar, o artigo analisa as modalidades das reformas e medidas tomadas no setor da saúde, em particular desde a viragem da curva de austeridade iniciada em 2010, quer se trate de medidas destinadas a reduzir diretamente o volume e o preço dos cuidados, limitando o emprego e os salários no setor da saúde, quer de reformas mais “estruturais”.
Coimbra, 13 de Junho de 2018 Fico com a impressão que vivo num país que não funciona, em … More