Posts Tagged: antónio nobre

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (235)

ONTEM, NO CASTELO DA FOZ, no âmbito de mais uma Foz Literária, comissariada como habitualmente por José Valle de Figueiredo, aconteceu: ANTÓNIO CUNHA E SILVA, FRANCISCO MESQUITA GUIMARÃES E JOSÉ FERNANDO MAGALHÃES,  falaram, respectivamente, da Barca Bahiana, das casas de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (235)

ONTEM, NO CASTELO DA FOZ, no âmbito de mais uma Foz Literária, comissariada como habitualmente por José Valle de Figueiredo, aconteceu: ANTÓNIO CUNHA E SILVA, FRANCISCO MESQUITA GUIMARÃES E JOSÉ FERNANDO MAGALHÃES,  falaram, respectivamente, da Barca Bahiana, das casas de

NESTE DIA… Em 16 de Agosto de 1867, nasceu António Nobre

   António Nobre  nasceu no Porto em 16 de Agosto de 1867. Poeta ultrarromântico constitui uma das mais relevantes referências da poesia simbolista. A sua principal obra foi a colectânea  Só  (editada em Paris, 1892) Faleceu com apenas 32 anos

Dia do Porto: FOZ – Camada de sol, camada de salitre – Por Joaquim José Pinto da Silva

FOZ Camada de sol, camada de salitre Raul Brandão Entre pinheirais e um mar revolto, adormecida entre a invernia ruidosa da barra e as mares e os estios calorosos, nebulosos por vezes, mas sempre, sempre, com o olor da maresia

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (20)

O PASSEIO ALEGRE, AS PALMEIRAS E A TREMELIQUEIRA Foi local de romaria nocturna durante algumas dezenas de anos. Era vê-los, alinhados, lado a lado, à espera que o fenómeno acontecesse. E acontecia todas as noites do ano. Sem falhar, pontualmente,

POESIA AO AMANHECER – 191 – por Manuel Simões

ANTÓNIO NOBRE (1867 – 1900) LUSITÂNIA NO BAIRRO LATINO – 3 (fragmento) Georges! anda ver meu país de romarias E procissões! Olha essas moças, olha estas Marias! Caramba! dá-lhes beliscões! Os corpos delas, vê! são ourivesarias, Gula e luxúria dos