UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (679)

    António Nobre: 125 Anos de uma Voz Melancólica e Moderna António Nobre, poeta do final do século XIX, … More

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (235)

ONTEM, NO CASTELO DA FOZ, no âmbito de mais uma Foz Literária, comissariada como habitualmente por José Valle de Figueiredo, … More

APRESENTAÇÃO de “LOGO À TARDE VAI ESTAR FRIO”, de ANTÓNIO CANTEIRO – AMANHÃ, SEXTA-FEIRA, 14 de OUTUBRO, pelas 21 horas, na BIBLIOTECA MUNICIPAL JOSÉ SARAMAGO, em LOURES.

Sobre o autor e a obra poderão ler mais em: http://www.gradiva.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/8733

NESTE DIA… Em 16 de Agosto de 1867, nasceu António Nobre

   António Nobre  nasceu no Porto em 16 de Agosto de 1867. Poeta ultrarromântico constitui uma das mais relevantes referências … More

O SONO DO JOÃO, de ANTÓNIO NOBRE

      *O SOMNO DE JOÃO*   O João dorme… (Ó Maria, Dize áquella cotovia Que falle mais devagar: … More

Dia do Porto: FOZ – Camada de sol, camada de salitre – Por Joaquim José Pinto da Silva

FOZ Camada de sol, camada de salitre Raul Brandão Entre pinheirais e um mar revolto, adormecida entre a invernia ruidosa … More

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (20)

O PASSEIO ALEGRE, AS PALMEIRAS E A TREMELIQUEIRA Foi local de romaria nocturna durante algumas dezenas de anos. Era vê-los, … More

POESIA AO AMANHECER – 191 – por Manuel Simões

ANTÓNIO NOBRE (1867 – 1900) LUSITÂNIA NO BAIRRO LATINO – 3 (fragmento) Georges! anda ver meu país de romarias E … More