L’epidemia travolge tutti, anche il debito globale, de Vincenzo Comito Sbilanciamoci!, 16 de março de 2020 Selecção e tradução … More
Etiqueta: globalização
GIRO DO HORIZONTE – GLOBALIZAÇÃO – por PEDRO DE PEZARAT CORREIA
CARTA DE BARCELONA – Despropòsits i propòsits d’un món mal encarrilat – por JOSEP A. VIDAL
Probablement n’hi ha prou amb l’evidència per constatar la incapacitat de les institucions polítiques, de qualsevol abast, nacional … More
UM DESAFIO: A SALVAGUARDA DA UNIDADE DA FAMÍLIA HUMANA, por LEONARDO BOFF
leonardoboff.com, 3 de Outubro de 2019 Há o risco real de que a família humana seja bifurcada, entre … More
Facebook entra em águas perigosas com a criptomoeda Libra. Por Martin Wolf
Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Um amigo meu uma vez, já lá vão cerca de três anos, … More
“O que penso ser necessário saber sobre o Bitcoin” e “A moeda criada por Amazon ou Facebook irá ela destruir os Estados?” Por Jean Claude Werrebrouck
Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Um amigo meu uma vez, já lá vão cerca de três anos, … More
Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – As nações da Europa e a Europa das Nações
( Patrick Guiol, Henri Temple et Jean Claude Werrebrouck, Maio de 2019)
Estão agora a surgir grandes divergências sobre o estado atual e o futuro da construção política com sede em Bruxelas, e que deriva, juridicamente, sobretudo dos Tratados de Roma, Maastricht e de Lisboa. Por conseguinte, é inevitável que depois de refletir sobre o assunto: O que é uma nação na Europa? e depois de ter considerado a ideia de que as nações são essenciais, os professores, os intelectuais, os académicos e os investigadores vêem-se assim confrontados com a pergunta agora lógica: o que seria uma Europa das nações?
Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte I – Grandes planos sobre uma União Europeia em decomposição. 3º Texto – A União Europeia na vanguarda do suicídio ocidental
(Jean Claude Werrebrouck, 23 de Abril de 2019)
O Ocidente, na sua fase ascendente, conhecia os Estados com regras que produziam a homogeneização no seu espaço politico. Tendo atingido uma maturidade incapaz de dar conteúdo aos direitos humanos, os Estados fracassados estão agora a produzir apenas heterogeneidade. A pequena cidade do Ocidente emergente era autodeterminante. O grande Estado do Ocidente de hoje já não sabe para onde vai e está desprovido de qualquer desejo real de agir.
