Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 18. Trumponomics: neoliberalismo neoconservador camuflado com um circo anti-globalização. Por Thomas Palley

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota

Crise da democracia texto 13 analise ciclo economico

 

18. Trumponomics: neoliberalismo neoconservador camuflado com um circo anti-globalização

 

 

 

 

Por Thomas Palley(*), 18 de abril de 2017[1]thomas palley

Um elemento-chave do sucesso político de Trump tem sido o seu disfarce de ser um Presidente que tem como objetivo a defesa dos trabalhadores americanos, o que inclui a sua postura antiglobalização. No entanto, o seu verdadeiro interesse económico é exatamente o oposto. Isso cria um conflito entre os interesses políticos e os interesses económicos de Trump. Compreender o cálculo deste conflito é fundamental para se entender e prever a política económica de Trump, especialmente a sua política económica internacional.

Como parte da manutenção da sua posição hipócrita a favor dos trabalhadores, Trump ir-se-á envolver num circo antiglobalização, mas trata-se de uma situação como a do ditado popular de que cão que ladra muito não morde, uma vez que a globalização neoliberal tem aumentado os lucros das empresas, o que está em consonância com os interesses económicos de Trump. Ele também alimentará a sua política de imigração de base racista contanto que esta não afete negativamente a rentabilidade das empresas.

Por último, Trump expressa as tendências unilateralistas dos neoconservadores americanos que sabem muito bem como manipular muito do eleitorado americano. O seu unilateralismo neoconservador não é uma aberração política provisória ou pontual. Em vez disso, ela reflete características intrínsecas e duradouras da classe política atual americana. Isso tem implicações profundas no plano das relações económicas internacionais, e é algo que muitos governos europeus ocidentais ainda não assimilaram.

 Como é que Trump teve sucesso

O sucesso político de Trump baseou-se num ataque cerrado a dois níveis do establishment político americano. Primeiramente, intensificou a agenda republicana “iliberal” dos valores culturais intolerantes, transpondo-os completamente para o quadro de um nacionalismo autoritário e racista. Em segundo lugar, apropriou-se da crítica progressista contra a economia neoliberal, especialmente da crítica da globalização.

A escalada da agenda “iliberal” dos valores culturais promovida por Trump permitiu-lhe deslocar o establishment republicano. O seu extremismo fê-lo saltar para a frente da fila dos republicanos, o que lhe foi fundamental no processo das primárias, tanto mais que este processo envolve os votantes mais extremistas. No entanto, o seu nacionalismo racista tem uma atratividade política mais ampla, porque o racismo vai muito para além da base republicana, enquanto o nacionalismo tem o apoio bipartidário do establishment.

O outro lado do sucesso de Trump está na sua apropriação da crítica progressista contra a economia neoliberal. Durante quatro décadas, a economia dos EUA tem desprezado os eleitores das classes trabalhadoras pela estagnação dos salários e pela perda de empregos na indústria transformadora. Esta situação criou descontentamento e frustrou as expectativas destes eleitores. Trump explorou este descontentamento e esta desilusão, disfarçando-se como crítico da economia neoliberal e prometendo fazer com que a economia funcione para os americanos da classe trabalhadora.

A este respeito, a sua apropriação do debate sobre a globalização e a desindustrialização é particularmente importante. E isto é assim, porque a globalização e a desindustrialização são a face publicamente mais conhecida da economia neoliberal, sendo neste campo onde o impacto sobre os salários e os empregos tem sido mais visível e tangível. Ao apropriar-se publica e credivelmente das críticas contra a globalização (via suas críticas sobre os off-shores, a China, e os acordos comerciais como o NAFTA e TPP), Trump ganhou credibilidade com a sua pretensão de supostamente estar ao lado das famílias trabalhadoras.

O establishment democrata entregou a Trump a oportunidade de ganhar o debate sobre a globalização ao ter pressionado a aprovação da Parceria Trans-Pacífico (TPP), apesar de uma oposição generalizada dos eleitores. Nisto, o Presidente Obama é inequivocamente o grande responsável.

Essa apropriação da crítica permitiu a Trump criar uma narrativa retorcida sobre a globalização neoliberal que culpabiliza “os estrangeiros e os imigrantes”. A narrativa de Trump é que os E.U. são uma vítima. Os E.U. supostamente negociaram acordos de comércio fracos e os estrangeiros enganaram-nos naqueles acordos. Simultaneamente, os imigrantes ilegais inundaram o mercado de trabalho americano, passaram a substituir os trabalhadores americanos e fizeram descer os níveis gerais de salários. Mas a realidade é a globalização que tem “sido feita pelos EUA” através das suas multinacionais e para benefício delas mesmo, trabalhando em conjunto com o Congresso e as sucessivas administrações.

A nova narrativa da globalização feita por Trump do “os culpados são os estrangeiros e os imigrantes” complementa e alimenta a sua agenda cultural dos valores nacionalistas e racistas. Com os estrangeiros e os imigrantes alegadamente culpados das dificuldades económicas dos trabalhadores americanos, isso fornece a justificação para as suas políticas xenófobas.

Em suma, Trump foi bem sucedido ao ultrapassar o establishment republicano com a sua agenda de valores nacionalistas e racistas e ao ultrapassar o establishment democrata com a sua retórica económica em que assenta a sua agenda antiglobalização. Estas duas manobras políticas constituíram uma estratégia política coerente que permitiu a Trump ganhar a adesão dos eleitores reacionários enquanto ao mesmo tempo que se fazia passar [com a sua agenda antiglobalização] como estando ao lado dos trabalhadores americanos.

O engodo: o isco da antiglobalização, em troca da neoliberalização

A representação de Trump como estando ao lado dos trabalhadores está em completa contradição com os seus próprios interesses como empresário bilionário cuja métrica de sucesso é o dinheiro e a riqueza, e que é desprovido de qualquer tendência para a caridade ou de qualquer noção de serviço público. A realidade é que ele está empenhado num hábil engodo (“bait and switch”) a condizer com um vigarista.

O engodo foi a sua crítica ao establishment económico e à globalização e ao mal que têm gerado sobre os eleitores da classe trabalhadora. A fraude é que em vez de reformar a economia neoliberal, Trump substitui a reforma pela introdução de racismo, nacionalismo e autoritarismo e, simultaneamente, tornando a política económica neoliberal mais agressiva.

Dada a sua ausência de historial em termos de serviço público ou de governo, Trump poderia inicialmente safar-se com esta farsa de defender os trabalhadores. No entanto, as realidades das políticas económicas de Trump já se tornaram claras. Todas as medidas aplicadas ou anunciadas sugerem que ele tem a intenção de agravar a tendência da economia neoliberal em reforçar a estagnação salarial e a desigualdade de rendimentos, aumentando o poder dos empresários e do sistema financeiro, intimidando os trabalhadores e gerando o enfraquecimento os sindicatos.

A equipa de Trump para a política económica é dominada por ex-funcionários de Goldman Sachs, e incluem o Secretário de Estado do Tesouro, Stephen Mnuchin e o Diretor do Conselho Económico Nacional, Gary Cohn. O estratega-chefe de Trump, Stephen Bannon, é também um antigo aluno de Goldman Sachs.

A política fiscal do Trump pretende reduzir a tributação que incide sobre as empresas e sobre os indivíduos ricos; a sua política de despesas públicas visa reduzir as despesas na Segurança Social e na prestação de serviços públicos para as famílias de classe média ou das classes mais baixas; e todas as formas de regulação – sobre o consumidor, o mercado de trabalho, atividade empresarial, sistema financeiro e meio ambiente – estão sob um ataque profundo.

A única área em que a mascarada continua é na área da política económica internacional. Isso é assim porque Trump é obrigado a balancear, por um lado, as necessidades políticas e, por outro, os interesses económicos. No plano político, Trump tem de apresentar-se como estando a querer remediar os efeitos negativos da globalização. Entre as famílias de trabalhadores, a globalização é a questão mais visível e economicamente entendida, e a crítica da globalização feita por Trump está na primeira fila da sua posição hipócrita de que está a querer defender os trabalhadores. Isso leva a que lhe é politicamente essencial preservar a sua imagem de crítico da globalização.

Quanto à economia, os próprios interesses económicos de Trump identificam-no como estando ao lado das grandes empresas e do capital. A globalização tem sido “feita nos EUA” [made in the USA] em benefício das grandes empresas multinacionais americanas, que têm sido as grandes ganhadoras do processo. Por conseguinte, Trump está inclinado a preservar o sistema, embora esteja disposto a fazer mudanças se isso aumentar os lucros das empresas.

A implicação que de tudo isto se pode esperar é muito circo à volta da anti-globalização para satisfazer as necessidades políticas de Trump, mas não agitará o barco da globalização a menos que algo de mais rentável seja possível.

O unilateralismo de Trump nas Relações Internacionais: o fator neoconservador

As políticas económicas internacionais de Trump assinalam também a transição para uma nova era de unilateralismo dos EUA nas relações internacionais. Parte deste novo unilateralismo é a postura política de Trump em pretender convencer as suas bases de que ele é nacionalista e anti-globalização. No entanto, parte disto pode estar a refletir o triunfo do pensamento dos neoconservadores nos Estados Unidos.

O projeto neoconservador deriva da crença de que nunca mais deveria haver uma potência, como a anterior União Soviética, capaz de rivalizar com os EUA. Originalmente, o projeto neoconservador representava o pensamento republicano extremista mas atualmente tornou-se o pensamento dominante. Tanto os republicanos como os democratas acreditam agora que os EUA têm o direito de intervir em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora que o decidam fazer e que têm o direito de encher o mundo com bases militares e implantações de pessoal militar – incluindo cercarem a Rússia com estas bases militares.

O apoio bi-partidário é evidente no apoio dos democratas à guerra no Iraque e na aceitação da guerra contra o terrorismo como justificação para intervir em qualquer lugar. Isto é também evidente no investimento continuado do presidente Obama na expansão de bases militares a nível global, da expansão das bases da NATO na Europa Central e no Báltico, e a incitamento em 2014 da revolução de Maidan na Ucrânia.

Além disso, os democratas complementam a lógica neoconservadora para a intervenção com a alegação de que os EUA têm o direito de intervir em nome de estarem a proteger a democracia. Esse direito deriva do “excecionalismo dos Estados Unidos”, segundo o qual se considera que os EUA têm a missão especial de transformar o mundo através da promoção da democracia, o que reforça a crença bipartidária no unilateralismo.

O projeto neoconservador estava originalmente centrado sobre a supremacia militar e visava a Rússia. No entanto, trata-se do poder dos Estados Unidos em geral, o que significa que envolve potencialmente qualquer país e qualquer dimensão da política internacional.

O unilateralismo neoconservador pode agora estar a estender-se às relações económicas internacionais. Enquanto única superpotência mundial, os EUA inevitavelmente sentem-se cada vez mais sem constrangimentos em todas as áreas. O unilateralismo económico é também politicamente consistente com um sentimento popular hiper nacionalista que tem sido encorajado numa base bi-partidária. Por último, isto também encaixa com a narrativa construída por Trump de que “os estrangeiros e os imigrantes” são responsáveis pelo mal-estar económico que se sente nos Estados Unidos.

A importância do fator neoconservador resulta de que altera drasticamente a interpretação das bravatas unilateralistas de Trump em termos de política económica internacional. Em vez de serem apenas uma fanfarronice de Trump, estas bravatas são consistentes com a ideia neoconservadora de construção das relações internacionais. Esta construção fornece o quadro mais abrangente para a política externa dos EUA, pelo que a política económica internacional deve estar em sintonia com ela. Isso explica porque é que as críticas de Trump à NATO levantaram tão poucas ondas de reação em Washington, e porque é que o establishment de Washington se envolveu tão rapidamente em aceitar a proposta de aplicação de impostos ajustados consoante as fronteiras aos sectores mais sensíveis, (border adjusted tax – BAT), apesar do seu caráter unilateral e inconsistência com as regras da OMC. Trump apareceu com uma tal ideia porque ela se adapta muito bem à sua estratégia de política interna nacionalista, mas a tendência para aplicação de uma tal medida já fazia parte do pensamento político do establishment.

A ilação a tirar é que o unilateralismo neoconservador de Trump não é uma aberração política temporária ou pontual. Em vez disso, o unilateralismo reflete características duradouras dentro do atual regime americano que entrou numa era neoconservadora, em que supremacia mundial tácita dos EUA é o objetivo e o unilateralismo é uma nova norma. Isso tem importantes implicações no quadro das relações internacionais que os governos estrangeiros, incluindo os governos da Europa Ocidental, terão de assimilar.

[1] Agradecemos ao autor a sua disponibilização do presente texto.

Thomas Palley, Trumponomics: Neocon Neoliberalism Camouflaged With Anti-Globalization Circus. Texto disponível em: http://www.thomaspalley.com

(*)Thomas Palley é um economista independente, doutorado em Economia pela Universidade de Yale, reside em Washington DC. Foi diretor adjunto de Políticas Públicas na AFL-CIO, diretor do projeto Reforma da Globalização no Open Society Institute, economista chefe da US-China Economic Security Review Comission. Atualmente é membro do programa Schwartz Economic Growth  na New America Foundation. Publicou artigos em numerosas revistas e jornais académicos. Recentemente fundou Economics for Democratic & Open Societies. O objetivo do projeto é fomentar a discussão pública sobre o tipo de acordos económicos e condições que são necessários para promover a democracia e uma sociedade aberta. Os seus numerosos artigos de opinião encontram-se publicados na sua página web http://www.thomaspalley.com.

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Com este texto damos por concluída a série Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais, fazendo a seguir a resenha dos textos constitutivos da série que aqui editámos:

1 – Introdução a uma série de textos (1ª parte), por Júlio Marques Mota
2 – Introdução a uma série de textos (2ª parte), por Júlio Marques Mota
3 – Introdução a uma série de textos (3ª parte), por Júlio Marques Mota
4 – Introdução a uma série de textos (4ª parte), por Júlio Marques Mota
5 –  1A. – Deambulações em torno de um texto de Lautenbach, por Júlio Marques Mota
6 – 1B. Fundamentos da Teoria Económica (1ª parte), por Wilhelm Lautenbach
7 – 1B. Fundamentos da Teoria Económica (2ª parte), por Wilhelm Lautenbach
8 – 1B. Fundamentos da Teoria Económica (3ª parte), por Wilhelm Lautenbach
9 – 1B. Fundamentos da Teoria Económica (4ª parte), por Wilhelm Lautenbach
10 – 1.C Sobre Lautenbach: Júlio Marques Mota publica a nota 2 do texto de Lautenbach, comentada para um amigo meu – Anexo. Nota 2 – I
11 – 1.C Sobre Lautenbach: Júlio Marques Mota publica a nota 2 do texto de Lautenbach, comentada para um amigo meu – Anexo. Nota 2 – II
12 – 1.C Sobre Lautenbach: Júlio Marques Mota publica a nota 2 do texto de Lautenbach, comentada para um amigo meu – Anexo. Nota 2 – III
13 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política, por Heiner Flassbeck – a apresentação do autor por Francisco Tavares
14 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (1ª parte), por Heiner Flassbeck
15 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (2ª parte), por Heiner Flassbeck
16 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (3ª parte), por Heiner Flassbeck
17 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (4ª parte), por Heiner Flassbeck
18 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (5ª parte), por Heiner Flassbeck
19 – 2. Paradoxos em macroeconomia e a moderna economia política (6ª parte-Conclusão), por Heiner Flassbeck
20 – 3. Falhas sísmicas na União Europeia (1ª parte), por Domenico Mario Nuti
21 – 3. Falhas sísmicas na União Europeia (2ª parte), por Domenico Mario Nuti
22 – 3. Falhas sísmicas na União Europeia (3ª parte), por Domenico Mario Nuti
23 – 3. Falhas sísmicas na União Europeia (4ª parte), por Domenico Mario Nuti
24 – 3. Falhas sísmicas na União Europeia (5ª parte), por Domenico Mario Nuti
25 – 4. A confusão não é resposta à ortodoxia económica. O debate sobre a moderação salarial alemã (1ª parte), por Heiner Flassbeck e Costas Lapavitsas
26 – 4. A confusão não é resposta à ortodoxia económica. O debate sobre a moderação salarial alemã (2ª parte), por Heiner Flassbeck e Costas Lapavitsas
27 – 4. A confusão não é resposta à ortodoxia económica. O debate sobre a moderação salarial alemã (3ª parte), por Heiner Flassbeck e Costas Lapavitsas
28 – 5. Profunda depressão em Itália dá à Alemanha uma vantagem absoluta – entrevista de Heiner Flassbeck ao Real News Network, conduzida por Sharmini Peries
29 – 6. Jean-Luc Gréau contra o neoliberalismo, um texto de Cheminade, em Jeuxvideo
30 – 7. Porque é que a bolsa americana sobre, sobe, sobe…, por Jean-Luc Gréau
31 – 8. O impacto na China e no estrangeiro do abrandamento do crescimento (1ª parte), por Michael Pettis
32 – 8. O impacto na China e no estrangeiro do abrandamento do crescimento (2ª parte), por Michael Pettis
33 – 9. UE-nacionalismo e desigualdades, por Vladimir Popov – adenda a Falhas sísmicas na União Europeia de Domenico Mario Nuti
34 – 10. Treze teses sobre o diktat de Bruxelas, a Grécia e o futuro da Europa (1ª parte), por Peter Martens
35 – 10. Treze teses sobre o diktat de Bruxelas, a Grécia e o futuro da Europa (2ª parte), por Peter Martens
36 – 10. Treze teses sobre o diktat de Bruxelas, a Grécia e o futuro da Europa (3ª parte), por Peter Martens
37 – 10. Treze teses sobre o diktat de Bruxelas, a Grécia e o futuro da Europa (4ª parte), por Peter Martens
38 – 10. Treze teses sobre o diktat de Bruxelas, a Grécia e o futuro da Europa (5ª parte), por Peter Martens
39 – 11. O mercado de trabalho americano a degradar-se: os prejuízos da grande crise financeira têm ainda uma longa vida pela frente (1ª parte), por Bill Mitchell
40 – 11. O mercado de trabalho americano a degradar-se: os prejuízos da grande crise financeira têm ainda uma longa vida pela frente (2ª parte), por Bill Mitchell
41 – 11. O mercado de trabalho americano a degradar-se: os prejuízos da grande crise financeira têm ainda uma longa vida pela frente (3ª parte), por Bill Mitchell
42 – 12. A colónia neoliberal que é a Grécia deu mais um passo atrás, por Bill Mitchell
43 – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (parte 1). Por Heiner Flassbeck
44 – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (parte 2). Por Heiner Flassbeck
45 – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (última parte). Por Heiner Flassbeck
46 – 14. Optar por mais dívida, por mais desemprego, ou em vez disso por transferências de rendimentos, por Michael Pettis
47 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 1: Introdução. Por Egon Neuthinger
48 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 2: Salários e preços. Por Egon Neuthinger
49 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 3: Reformando as economias. Por Egon Neuthinger
50 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 4: Os efeitos de longo prazo da política monetária alemã. Por Egon Neuthinger
51 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 5: Uma síntese keynesiana-neoclássica. Por Egon Neuthinger
52 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 6: A abordagem de mercado, o modelo sectorial keynesiano e os custos unitários do trabalho. Por Egon Neuthinger
53 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 7: A alteração nos saldos financeiros dos setores económicos, 1950-2010. Por Egon Neuthinger
54 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 7 (conclusão): A alteração nos saldos financeiros dos setores económicos, 1950-2010. Por Egon Neuthinger
55 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 8: A obsessão da dívida pública. Por Egon Neuthinger
56 – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 9: Considerações finais: a recuperação da eurozona. Por Egon Neuthinger
57 – 16. A zona euro, um castelo de cartas a cair (1ª parte). Por Bill Mitchell
58 – 16. A zona euro, um castelo de cartas a cair (2ª parte). Por Bill Mitchell
59 – 17. Trump e os Neocons: dançando a valsa umilateralista. Por Thomas Palley
60 – 18. Trumponomics: neoliberalismo neoconservador camuflado com um circo anti-globalização. Por Thomas Palley

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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